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sábado, 6 de fevereiro de 2016

“EU O JUIZ”

“EU O JUIZ”
“Porque ele é tal quais são os seus pensamentos: Come e bebe, te diz ele, Mas o seu coração não está contigo” Provérbios 23.7 Queria entender o que se passa na mente e nos corações de algumas pessoas. Parecem que vivem buscando situações para sempre saírem por cima, querendo mostrar uma espiritualidade fajuta e egoísta, buscando defeitos em uns e outros, atacam aqui e ali a fim de gerar comichões nos ouvidos alheios… Falam das posturas das pessoas, das denominações e suas “leis”, todos sempre estão errados. Usam sempre a desculpa de dizer: Não estou julgando é apenas um questionamento! Fico a pensar o que está por trás de certos questionamentos. Será o real objetivo levantar contendas? Ou será tentar achar outros insatisfeitos e criar um motim de insatisfações? Gerar rebeldia nos corações? Realmente não sei. Mas tudo isso me incomoda. Não apenas o fato de ver alguns questionamentos baseados nas próprias vontades, mas por ver que alguns questionamentos no fundo tem uma raiz de amargura, de algo não curado, um desejo ardente por vingança. Acredito que todos podem e devem sim questionar, mas até onde vai o meu questionamento? Questiono as pessoas, instituições e suas posturas, por quê? Por não atenderem o que eu “acho” que é correto, por não satisfazerem de alguma forma minha vontade e alimentar o meu ego? Muitas vezes o questionamento vem junto com o julgamento. E creio que nem eu nem nenhum outro homem podemos e devemos ocupar esse lugar de juiz. Pessoas erram, instituições são falhas, líderes podem sim errar e cair, mas não cabe a eu decidir o fim. Penso que o meu dever é estender a mão, a graça. E deixar que Deus faça o que tiver de ser feito. Ele sim tem o poder para isso, Ele sim tem a medida certa. O nosso peso é sempre falho, porque sempre serão baseados em nossos achismos, egoísmos, dores e mágoas. Não estou em hipótese alguma dizendo sobre ser cúmplice, complacente, se calar diante de fatos e erros. Não! Não estou dizendo isso. Estou afirmando que devemos sim questionar, mas que meus questionamentos sejam verdadeiros, frutos de um coração sarado que anseia pela glória de Deus. Que nossos questionamentos não sejam frutos de vingança, de querer ferir o outro, de gerar rebuliços e contendas, de inflamar os corações dos fracos com a ira que me consome. Não cabe a mim esse papel, não cabe a você esse papel. Não somos juízes! Se for necessária alguma mudança, que comece em mim! Se for preciso uma revolução que se inicie com os joelhos no chão! Que Deus nos dê corações puros e sábios.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

11 de Agosto


11 de Agosto
Ainda que a figueira não floresça, nem há fruto na vide; o produto da oliveira mente, e os campos não produzem mantimento; as ovelhas foram arrebatadas do aprisco, e nos currais não há gado, todavia eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação. (Hc 3.17.)
Observe, eu lhe peço, como é calamitosa a situação descrita aqui, e como é heróica a fé aqui expressa. É como se ele dissesse: "Embora eu seja reduzido a uma situação de tão grande extremidade que não saiba onde encontrar o sustento, embora veja à minha volta uma casa vazia e um campo desolado e veja as marcas do açoite de Deus onde antes havia os frutos da Sua abundante dádiva, ainda assim eu me regozijarei no Senhor."
Creio que essas palavras são dignas de serem gravadas com diamante numa rocha, para sempre. Possam elas, pela graça divina, ser gravadas no coração de cada um de nós! Embora este texto seja conciso, ele apresenta claramente os seguintes pensamentos: no dia da sua adversidade ele correria para Deus, e que em meio à escuridão ele manteria uma santa firmeza de espírito — mais ainda, teria gozo santo no Senhor e esperaria nEle alegremente. Isto é confiança heróica! Isto é fé excelente! Isto é amor invencível!
— Não floresceu a figueira!...
— A vara de Arão floresceu!
Meu Salvador está vivo.
— Pra ser meu socorro perfeito.
Deus mesmo O elegeu!

— Já não há mais mantimento!...
— Mas há o pão do céu, para mim!
Dele me vem o sustento;
E a rica fartura que há nEle
Jamais terá fim!

— Já não há fruto na vide!...
Mas há na videira de Deus!
Dela sou ramo seguro,
E a seiva de vida do tronco
Circula nos Seus!

— Não mais produz a oliveira!...
— Mas o óleo de Deus não tem fim.
Da plenitude que há em Cristo
Derrama ainda agora, abundante.
Também sobre mim!

— Gado... as ovelhas... se foram!...
Eu tenho o Cordeiro de Deus!
Seu sacrifício é perfeito.
Lavado no Sangue, possuo
O Reino dos Céus!

Falhem-me as coisas, que importa?
Eu tenho Jesus, meu Senhor!
Nada me falta, Ele é tudo.
Minha alma se alegra e descansa
No meu Salvador!

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

10 de Agosto


10 de Agosto
Quando, pois, soube que Lázaro estava doente ainda se demorou dois dias no lugar onde estava. (Jo 11.6.)
No começo deste maravilhoso capítulo está a afirmativa: "Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro". Isto é para nos ensinar que, no centro e na base de todas as operações de Deus em nós, por mais escuras e misteriosas que sejam, está o amor de Deus: infinito, imerecido e imutável. Precisamos crer nisto de todo o coração. O amor permite o sofrimento. As irmãs não tiveram dúvida de que ele viria, ignorando todos os riscos, para evitar a morte de seu irmão, mas, "quando... soube que estava doente, ainda se demorou dois dias no lugar onde estava".
Ele Se absteve de ir, não porque não os amasse, mas sim porque os amava. Foi o Seu amor que O impediu de Se apressar em direção aos amigos angustiados. Se o amor fosse menos infinito, teria corrido no mesmo instante para aliviar aqueles corações amados e aflitos, para pôr fim ao seu sofrimento e ter o prazer de enxugar e estancar-lhes as lágrimas, afastando a dor e o gemido. Só o amor divino pôde conter a impetuosidade da compaixão do Salvador até que o Anjo da Dor houvesse completado seu trabalho.
Quem pode calcular quanto devemos à dor e ao sofrimento? Sem eles teríamos pouca aplicação para muitas das principais virtudes da vida cristã. Onde estaria a fé, sem as aflições para prová-la? Onde a paciência, se não tivéssemos dores a suportar? Ou a experiência, sem a tribulação para a desenvolver? — Selecionado.
Somos filhos de Deus;
Bem-amados de Deus;
Ele sabe o que faz,
Estejamos em paz.

domingo, 9 de agosto de 2015

9 de Agosto


9 de Agosto
Bem-aventurado o homem cuja força está em ti ... o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial. (Sl 84.5,6.)
Os corações alegres não precisam de consolo. Se quisermos experimentar este precioso dom de Deus, será preciso que desçamos às profundezas do sofrimento. Assim, estaremos preparados para ser cooperadores com Ele.
Quando a noite — a noite inevitável — descer sobre o nosso jardim, quando as folhas se fecharem e as flores já não receberem um só raio de sol, mesmo nas trevas mais espessas, nunca nos faltarão gotas de orvalho celeste — orvalho que cai só depois que o sol se vai.
Coração frágil, não tenha medo,
Seu Salvador
Disse; "Não temas, eu sou contigo
"Seja onde for.

E mais andamos com o nosso Mestre
Na vida aqui,
Mais conhecemos: "Filho, não temas,
Eu te remi."

Seu Deus é justo; seu Deus é santo;
Seu Deus é amor; Seu Deus é sábio; é onipotente;
Ele é o SENHOR.

Por isso, agora, deite e descanse
Nas mãos de Deus.
São mãos feridas! e tudo regem;
Você e os céus.

8 de Agosto


8 de Agosto
Tu és o meu Rei, ó Deus; ordena a vitória de Jacó. (Sl 44.4.)
Meu irmão, você encontra inimigos que se opõem ao seu crescimento na graça? Encontra adversários no seu serviço cristão? Pois saiba que todos eles foram vencidos pelo nosso Salvador.
Não precisamos temer os adversários. Quando os tocarmos, fugirão de diante de nós. Deus prometeu entregá-los ante nossa face. Apenas devemos ser fortes e corajosos! Não temamos nada! O Senhor está conosco, e somos valorosos — valorosos porque somos um com O mais valoroso. Tomemos a vitória que é nossa!
Toda vez que nossos inimigos nos oprimem, tomemos a vitória que é nossa! Toda vez que nosso coração e carne fraquejarem, olhemos para cima e tomemos a vitória que é nossa!
Estejamos certos de que temos uma participação no triunfo que Jesus conquistou, não para Si somente, mas para todos nós; lembremo-nos de que estávamos nEle quando Ele a conquistou, e tomemos a vitória que e nossa! Já que ela é nossa, lancemos mão dela e recolhamos os despojos. Nem enaquins, nem cidades muradas devem intimidar-nos ou confundir-nos. Fazem parte da legião dos conquistadores. Tomemos a parte que é nossa na vitória do Salvador. — Josué, Meyer
Somos filhos do Rei. De que maneira estaremos honrando mais ao nosso Divino Soberano: deixando de lançar mão dos nossos direitos e duvidando de que sejam realmente nossos, ou nos apropriando de nosso privilégio de filhos da Família Real e dos direitos que nos pertencem como herdeiros?

7 de Agosto


7 de Agosto
Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo, e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus. Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus. (At 4.31,33.)
Christmas Evans conta em seu diário que, num domingo à tarde, enquanto viajava por uma estrada erma, a fim de ir falar numa reunião, Deus lhe mostrou que seu coração estava frio. Diz ele: "Amarrei o cavalo e fui para um lugar retirado da estrada, onde fiquei andando de um lado para outro, enquanto, em agonia de alma, passava em revista minha vida. Permaneci três horas diante de Deus, em profunda tristeza, até que, em dado momento, veio sobre mim uma doce consciência do Seu perdão e amor.
Recebi de Deus um novo batismo do Espírito Santo. Quando o sol já caminhava para o ocaso, voltei à estrada, tomei o cavalo, montei e dirigi-me para o local da reunião. No dia seguinte, preguei com grande poder, a um bom número de pessoas reunidas ao pé de um monte, e foi tal o poder que um despertamento brotou dali, e se espalhou por todo o País de Gales."
A maior pergunta que pode ser feita a quem já nasceu de novo é: "Recebestes o Espírito Santo, quando crestes?"
É sua experiência também, meu irmão,
Nesta caminhada,
Uma vida cheia do Espírito Santo,
Renovadamente?

Toda a "casa" é dEle, seu ser inteirinho?
Ele tudo ocupa?
Pois a "casa" é dEle; com o sangue de Cristo
Toda foi comprada.

Toda a plenitude e riquezas de Cristo
São da Sua Igreja.
São suas e minhas, no viver diário!
E graça por graça!

Fomos mortos nEle, nós todos os salvos;
nEle ressurretos!
Hoje, a vida dEle, pelo Seu Espírito,
É que em nós circula!

Vimos como somos. Jesus nos recebe
E nos purifica,
Tudo Lhe trazemos. A carga nos leva.
E Ele nos renova.

Como é bom vivermos da vida de Cristo,
Gozando o que é nosso!
Enche, pois, Espírito Santo, o meu ser,
Teu e meu direito!

E você conhece, também, meu irmão,
Como peregrino,
Uma vida cheia, renovadamente,
Do Espírito Santo?

Há razões e razões pra louvar-Te, Senhor!
Mesmo em tempos de luta e nas horas de dor:
És socorro presente!
O Teu braço é potente!
E é constante e fiel
Teu amor!

5 de Agosto


5 de Agosto
É. (2 Co 12.9.)
Tinha parecido bem a Deus levar o meu filho mais novo em circunstâncias muito dolorosas. Acabara de deixar o corpo do meu pequeno no cemitério ao lado do templo, e, ao voltar para casa, senti que era meu dever pregar sobre o significado das provações.
Descobrindo que o texto acima estava na lição do próximo domingo, aceitei-o como sendo a mensagem do meu Mestre para o povo e para mim. Mas enquanto procurava preparar as notas, vi que não podia dizer com honestidade que aquelas palavras eram verdadeiras; por isso, ajoelhei-me e pedi a Deus que tornasse a Sua graça suficiente para mim.
Enquanto estava orando, abri os olhos, e eles caíram num quadrinho fosforescente que minha mãe havia me dado poucos dias antes, e que eu havia pedido à empregada que dependurasse na parede, enquanto estivéssemos fora passando alguns dias num balneário — onde o nosso caçula nos foi levado.
Eu não tinha notado o quadro ao voltar para casa, mas agora, ao levantar os olhos, enxugando as lágrimas, as palavras como que vieram ao encontro do meu olhar: "A minha graça É suficiente para ti." A palavra é se salientava num verde brilhante, enquanto as outras eram de outra cor.
Num momento a mensagem entrou na minha alma como uma repreensão por ter pedido ao Senhor: "Faz com que a tua graça seja suficiente para mim"; pois a resposta era quase audível: "Como você pede para tornar suficiente uma coisa que já é suficiente? Deus não pode torná-la mais suficiente do que já é; levante-se e creia. Você verá que é verdade, pois que o Senhor o diz da maneira mais simples: 'A minha graça é (Ele não diz que pode ser ou será um dia) suficiente para ti."
Estas palavras "Minha", "é" e "para ti", daquele momento em diante, ficaram gravadas, de maneira indelével, no meu coração; e eu (graças a Deus) tenho procurado viver na realidade dessa mensagem desde aquele dia até agora.
A lição que me veio e que procuro transmitir a outros é: nunca transforme os fatos de Deus em esperanças ou em orações, mas simplesmente use-os como realidades, e ao crer neles você descobrirá como são poderosos. — H. W. Webb Peploe
Se o fardo É pesado,
Deus dá maior graça;
Maior suprimento, se É grande o labor;
Se a prova é mais dura, maior o consolo:
Mais quentes as chamas, mais perto o Senhor.
E quando os recursos em nós se esgotarem
E a força faltar-nos pra mais suportar,
As fontes eternas da graça divina
Terão começado, somente, a jorrar...
Amor sem limites, poder sem fronteiras
E graça infinita, inefável, tem Deus.
E desses tesouros, guardados em Cristo,
Dá sempre, dá sempre, dá a todos os Seus!

2 de Agosto


2 de Agosto
Transformei todos os meus montes em caminhos. (Is 49.11.)
Deus usará todos os obstáculos para cumprimento de Seus propósitos. Todos nós encontramos morros em nosso caminho. Sempre há pessoas e coisas que ameaçam estorvar o nosso progresso na vida cristã. Aquelas exigências pesadas, aquela ocupação que não combina com o nosso temperamento, aquele espinho na carne, aquela cruz de sofrimento diário... pensamos que se essas coisas fossem removidas, poderíamos ter uma vida mais pura, santa; e muitas vezes oramos para que nos sejam retiradas.
"Ó néscios e tardos de coração!" Essas são as próprias condições para o progresso; foram colocadas em nossa vida para serem os veículos de graça e virtude pelas quais temos orado há tanto tempo. Por muitos anos, você orou pedindo paciência, mas há algo que prova sua paciência, mais do que pode suportar. Você tem procurado fugir disso, evadir-se; já considerou insuperável um obstáculo a que alcance o alvo desejado. Você crê que, se o obstáculo for removido, experimentará imediata libertação e vitória.
Isto não é verdade! Você só ganharia uma coisa: deixaria de ser tentado à impaciência, mas isto não seria paciência. A paciência só pode ser obtida através dessas provas que no momento parecem insuportáveis.
Volte atrás; submeta-se. Tome a sua posição como participante da paciência de Jesus. Vá ao encontro da provação firmado nEle. Tudo que em nossa vida nos atormenta e incomoda, pode tornar-se "um servo" nosso para nos ajudar a atingir os mais altos fins. São as montanhas de Deus. Ele as pôs ali. Nós sabemos que Deus não deixará de cumprir a Sua promessa. "Deus conhece o seu caminho, e sabe o seu lugar. Porque Ele vê tudo o que há debaixo dos céus"; e quando chegarmos ao pé das montanhas encontraremos o caminho. — De Christ in Isaiah (O Cristo em Isaías) de Meyer.
"A provação vem, não só para testar o nosso valor, mas para aumentá-lo; o carvalho não é apenas testado, mas enrijecido pelas tempestades."
Através das provas
Vejo-me vazio,
Sim, que nada sou...
E abrem-se os meus olhos
Para o Suprimento,
Onde encontro tudo:
Tu, meu grande EU SOU!

1 de Agosto


1 de Agosto
Oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos. (Rm 6.13.)
Certa noite, fui ouvir uma palestra sobre consagração. Ela não me trouxe nenhuma mensagem especial, mas quando o pregador ajoelhou-se para orar, disse o seguinte: "Ó Senhor, Tu sabes que podemos confiar no Homem que morreu por nós." Aquela foi a minha mensagem. Levantei-me; e saí. Enquanto descia a rua para tomar o trem, considerei profundamente tudo o que a consagração poderia significar para a minha vida — e tive medo. Então, acima do ruído do tráfego, pareceu-me ouvir a mensagem: "Pode confiar no Homem que morreu por você."
Tomei o trem para casa. Enquanto viajava, pensei nas mudanças, nos sacrifícios, nas tristezas que a consagração poderia significar para mim — e tive medo.
Cheguei em casa e fui para o quarto. Lá, de joelhos, vi minha vida passada: eu era crente, fora oficial de igreja e superintendente de Escola Dominical, mas nunca havia, de maneira definida, submetido a minha vida a Deus.
Contudo, enquanto pensava nos meus planos mais caros, os quais poderiam ser desfeitos, nas esperanças de que teria de desistir e na profissão escolhida que eu poderia ser chamado a abandonar — tive medo.
Eu não conseguia enxergar as coisas melhores que Deus tinha para mim, e a minha alma estava se retraindo. Então, pela última vez, com um rápido impulso de poder e convicção, veio ao mais íntimo do meu coração aquela mensagem penetrante:
"Meu filho, você pode confiar no Homem que morreu por você. Se não puder confiar nele, em quem confiará?"
Isto decidiu a questão para mim, pois num momento eu vi que o Homem que me amou de tal forma a ponto de morrer por mim, poderia receber e cuidar desta vida que ele salvou e tudo o que estivesse envolvido nela.
Meu amigo, você pode confiar no Homem que morreu por você. Pode estar certo de que Ele não desfará nenhum plano que não deva ser desfeito, e de que levará avante todos os que redundarão em glória de Deus e em seu maior bem. Você pode confiar nEle para guiá-lo no caminho que é realmente o melhor para você. — J. H. McC.
"A vida não é uma propriedade para ser 'salva' do mundo, mas um investimento para ser usado em benefício do mundo."

sexta-feira, 31 de julho de 2015

31 de Julho


31 de Julho
E os dirigiu com mãos precavidas. (Sl 78.72.)
Quando você estiver em dúvida sobre que direção tomar, submeta o seu poder de julgar inteiramente ao Espírito de Deus e peça-Lhe para fechar todas as portas, menos a certa. ...Enquanto isso continue a agir como sempre, e considere a ausência de orientação, como sendo uma indicação de Deus de que você está no trilho certo. ...
Quando estiver descendo o longo corredor da vida, você descobrirá que o Senhor já o precedeu, e fechou muitas portas, por onde você certamente teria entrado; mas esteja seguro de que mais além dessas existe uma que Ele deixou aberta. Entre por ela, e se encontrará face a face com uma curva do rio da oportunidade, que é mais largo e profundo do que você teria imaginado em seus melhores sonhos. Lance-se nele: ele conduz para o oceano.
Deus nos guia muitas vezes pelas circunstâncias. Em certo momento, o caminho pode parecer totalmente bloqueado; e então, logo a seguir, acontece uma coisa simples, que pode não parecer nada aos outros, mas que para os olhos da fé significa um mundo. Às vezes, essas coisas se repetem de várias maneiras, em resposta à oração. Não são meros resultados do acaso, e sim a abertura de circunstâncias na direção do nosso alvo, exatamente como acontece com as luzes quando nos aproximamos de uma cidade populosa num expresso noturno. —F. B. Meyer
Se buscarmos a orientação do Senhor, Ele nos guiará; mas não alimentará nossa desconfiança ou meia confiança nEle, mostrando a nós o mapa de todos os propósitos que tem a nosso respeito. Mostrará apenas um caminho, o qual Ele irá abrindo aos nossos olhos mais e mais, se seguirmos animados e confiantes.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

30 de Julho

30 de Julho
Ainda que seja um copo de água fria. (Mt 10.42.)
O que é para eu fazer? Passamos por este mundo uma só vez. Qualquer boa obra, qualquer ato de bondade ou qualquer serviço que eu possa prestar a uma alma humana ou a algum animal, tenho que fazê-lo agora. Que eu não o negligencie, nem adie, pois não passarei por aqui outra vez. — Velho Provérbio dos Quakers
Tinha apenas uns pães e alguns peixinhos,
Mas os deu a Jesus,
Que os abençoou e alimentou milhares!
Faça o mesmo, e então
Há de ver que o que É posto em Sua mão
Muita bênção produz.
Pois de um copo que seja, de água fria,
Dado em nome de Deus,
Muitas bênçãos virão, muita alegria;
E a quem deu, galardão!
Dê aos outros o que tem; para eles poderá representar muito mais do que você pensa. — Longfellow

quarta-feira, 29 de julho de 2015

29 de Julho


29 de Julho
Acaso ... viste os tesouros da saraiva, que eu retenho até ao tempo da angústia? (Jó 38.22,23.)
Nossas tribulações são grandes oportunidades. Muitas vezes nós as vemos como sendo obstáculos. Mas se cada um de nós passasse a reconhecer as situações difíceis como maneiras escolhidas por Deus para nos provar o Seu amor, e passássemos a procurar ao nosso redor os sinais das Suas manifestações gloriosas, isto nos seria um porto de descanso e uma fonte de poderosa inspiração. Então, cada nuvem se transformaria num arco-íris, e cada montanha numa ascensão gloriosa, e num palco de transfiguração.
Olhando para o passado, muitos de nós descobriremos que as ocasiões em que fomos pressionados ao máximo, e cercados por todos os lados, foram ocasiões em que o Pai celestial nos deu as bênçãos mais graciosas e mais ricas. Muitas vezes as jóias de Deus nos são enviadas em pacotes grosseiros, e entregues por servos de roupagem escura, mas dentro encontramos os próprios tesouros do palácio Real e do amor do Esposo. — A. B. Simpson
Confie nEle, mesmo em meio à escuridão; honre-O com uma confiança sem vacilações, mesmo no meio de tratamentos misteriosos por parte dEle, e a recompensa dessa fé será como a muda das águias, que, segundo dizem, lhes dá um novo período de juventude e vigor. —J. R. Macduff
Ó Senhor, que bom
Confiar em Ti.
Ver a Tua mão
Pelo meu caminho.

Ver que me transformas
Tudo em bem, aqui.
Tu comigo estás:
Eu não vou sozinho!

28 de Julho


28 de Julho
O Senhor tem o seu caminho na tormenta e na tempestade. (Na 1.3.)
Quando rapazinho, eu estudava em um instituto nas vizinhanças do Mt. Pleasant. Certa vez, sentei-me numa elevação da montanha, observando uma tempestade que vinha subindo o vale. O céu estava carregado, e a terra estremecia com a força dos trovões. Parecia que a paisagem, antes tão linda, tinha-se mudado dali e a sua beleza havia desaparecido para sempre.
Mas a tempestade seguiu seu curso e deixou o vale. Se eu tivesse voltado àquele mesmo lugar no dia seguinte, e tivesse perguntado: "Onde está aquela horrível tempestade com todo o seu negrume?", a relva teria respondido: "Parte dela está em mim"; e a flor do campo: "Parte dela está em mim", e os frutos e tudo o que cresce do solo teriam dito: "Parte da tempestade está ardente em nós."
Você pediu para ser semelhante ao seu Senhor? Você tem desejado o fruto do Espírito em sua vida, e tem orado pedindo brandura, bondade e amor? Então não tema o tormentoso temporal que está varrendo a sua vida neste momento. Há uma bênção nessa tempestade; e haverá rica frutificação no "após". — Henry Ward Beecher

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A cura para o vazio é o preenchimentos

A cura para o vazio é o preenchimentos
O título acima parece conter o óbvio. Cresci ouvindo que o remédio para o abandono seria entregar-se para outro ser. Minha mãe amada, no alto da sua ignorância à Palavra de DEUS, ainda hoje diz: “A fila anda, meu filho”.
Há muitos outros ditos populares parecidos. Mas a vida de um cristão deve ser bem diferente daquilo que ensinam por aí…
JESUS ensinou que os seus discípulos não poderiam pagar o mal com o mal, mas com o bem; e que a premissa judaica de “olho por olho, dente por dente” estava deveras ultrapassada no tempo da Graça de DEUS.
No decorrer de minha vida ministerial me aparecem inúmeras pessoas sofridas, abatidas, por que não dizer, destruídas emocionalmente. Desamparadas fisicamente e ultrafragilizadas no seio emocional. Duas peças que contribuem para o desajuste e o enfraquecimento espiritual.
Enquanto estive sobre uma cama, profundamente triste, pré-depressivo; eu me enchia de perguntas para as quais não encontrava respostas. Minha vida era estagnada, parada, como águas em um pequeno rio cheio de entulhos, que não podem se movimentar para lugar algum.
Assim é a vida de quem vive na ignorância dos fatos. Ela até cresce fisicamente, até se torna mais velha na idade, porém, a sua estrutura espiritual é extremamente definhada, reflexo de uma visão limitadíssima, que nunca a permitiu enxergar mais adiante.
É assim também a situação de quase todas as pessoas que me procuram.
Só fui me reencontrar com o SENHOR e, consequentemente, comigo mesmo, quando compreendi a importância do relacionar-se com o outro. Hoje, não à toa, sou um grande defensor do relacionamento no meio da igreja. O relacionar-se causou em mim o preenchimento do vazio que o repúdio havia me causado (observe que a tendência do repudiado é exatamente o contrário: de se isolar, de viver na clausura).
A vida só foi redescoberta em mim quando permiti que outras vidas, com a mesma fé que eu tinha, se relacionassem intimamente comigo. E, aqui, precisamos trabalhar alguns conceitos: relacionar-se é se unir a uma ou a várias pessoas; intimidade é uma aproximação quase irrestrita, é compartilhar; abrir a porta e deixar que o outro entre, faça parte da nossa vida; é amá-lo, crescer com ele. Dentro do propósito de ser igreja, isso é bem diferente do arrumar-se, ir a uma academia, ficar com o corpo bem malhado, colocar a melhor roupa, o melhor perfume e ir ao mundo conhecer nova pessoa para um novo relacionamento.
Precisamos nos sentir importantes e valorizados como igreja. E para ser igreja é imprescindível esse envolvimento santo, esse relacionamento profundo, essa vida que se entrelaça com outras vidas (porque somos iguais perante DEUS). Quando há relacionamento, descobrimos o outro também em suas fragilidades e pecados, não somente na sua condição distante de santidade plena. E, assim, reconhecendo que temos estrutura semelhante e que precisamos perseverar para juntos chegarmos a um Alvo, passamos a amar o outro verdadeiramente, do jeito que ele é. Vivendo como igreja, aprendemos a viver dentro de casa, na família e no casamento. Nosso marido e nossa esposa são tão falhos como somos. O segredo da maturidade e da durabilidade está exatamente no amor consciente, racional, com que amamos o outro. Fulano ou Beltrano é falho, mas eu o amo mesmo assim, porque também sou muito falho e o SENHOR me ama e me ajuda nas minhas fraquezas. A igreja, que se relaciona, cresce em meio às dificuldades e à ajuda. Relacionar-se é ainda estar no deserto, mas caminhar no oásis. 
A igreja, que hoje cuido e lidero, em Brasília, já foram pessoas extremamente feridas e machucadas. Hoje estão de pé, firmes na fé da salvação, bem estruturadas espiritualmente, porque, um dia, permitiram-se a esse relacionamento específico. Fiz que todos enxergassem que a vida não havia terminado nem que a destruição familiar não era um caso sem solução. Tudo isso porque DEUS não havia escrito ainda a sentença final. Eu sabia que trazia um grande desafio comigo: entrar no coração dessas pessoas e, pelo Amor de DEUS em mim, amá-las, preenchê-las, fazê-las compreender o quanto eram (e são) importantes para DEUS e para o Seu Reino. Esse foi um desafio traçado e um objetivo alcançado. Mas, todas as pessoas precisariam entender que a chave para esse universo de Paz dependia do nosso relacionamento como igreja. Primeiramente comigo; depois com os irmãos. Mesmo as pessoas que hoje são minhas ovelhas a distância (Cristiane, de São Paulo; e Andréia, do Rio Grande do Sul) receberam a cura emocional e a estrutura espiritual. A distância, elas se amam, nós as amamos, se reconhecem como igreja e se ajudam. Parece que estão bem pertinho de nós…
Ninguém vive preocupado com o último passo, o último estágio dessa caminhada: o da restauração familiar. A igreja vive cada dia com paciência, com perseverança, em amor, sendo alimentada pela sã Doutrina, sem contaminação de filosofia alguma. Se a igreja quisesse caminhar apenas para alcançar o último estágio, o da restauração, seria a mais mesquinha de todas. O que arde no coração da nossa igreja é o desejo de conquistar o Reino algum dia. A família, assim como o pão de cada dia, a questão financeira, o vestuário, o trabalho, tudo está no controle absoluto de DEUS; e ELE suprirá tudo no tempo certo.
Os cônjuges repudiados deveriam ser os primeiros a serem amados e acolhidos, relacionados, abraçados dentro dos templos. Olhados não como coitadinhos nem coxos de família, segredados da sociedade, mas como membros igualmente importantes do corpo de CRISTO. Sabendo que o que hoje está com o cônjuge, amanhã poderá não mais estar; e o que está repudiado poderá estar com o casamento restaurado.
Escrevo isso muito tristemente porque os templos são os lugares onde quase não se vê o verdadeiro relacionamento. Não me refiro aos encontros semanais em cultos ou às festividades esporádicas (nem a um curto encontro com o pastor na porta e uma despedida breve com o “Deus te abençoe”), mas a uma convivência diária e contínua, onde se telefona, sai, conversa, abraça. A vida de CRISTO precisa se encontrar com outras vidas, que estão enfrentando um enorme deserto. De nada adianta arrumar-se, ir ao templo e voltar com a mesma sensação de repúdio rondando a alma. O lar é um vazio e a cama, um habitat de lágrimas, de desespero. Tudo continua da mesma maneira; até que o próximo culto aconteça.
A vida em abundância que hoje temos foi porque a vida de CRISTO entrou em nós e conosco se relacionou. DEUS quer que sejamos íntimos DELE; mas essa intimidade só será possível quando percebermos que DEUS está no Céu, mas também na vida do irmão. O isolamento é um dos caminhos para a morte. Por isso, não se isole!
O Espírito Santo é Aquele que preenche todo e qualquer vazio. Não apenas de forma sobrenatural, mas especialmente quando nos relacionamos com quem é parte do Corpo do qual fazemos parte.
Já que a grande maioria vem de uma cultura religiosa de templos, onde ser cristão é fazer parte de uma denominação e o único dever é assistir passivamente a um culto, espero que os termos “entregar-se”, “relacionar-se”, “intimidade” não sejam vistos como tabus, de forma preconceituosa ou de uma maneira distante, mas algo que vai nos ajudar a redescobrir o nosso valor como seres humanos e como igreja; que vai nos curar, estruturar espiritualmente e nos fazer fortes para vencer todas as batalhas. Só unidos no amor de CRISTO conseguiremos. De fato, na minha vida a fila andou, mas para o Céu…

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Meu cônjuge virou a cabeça...

Meu cônjuge virou a cabeça...

Os casais licitamente casados precisam viver 24 horas sintonizados com DEUS. Porque qualquer brecha, qualquer vacilo, nas ações ou nos pensamentos, o diabo entrará com força no casamento para destruir a família. E os tragará.

Destruir um casamento é a maneira mais fácil que satanás encontrou de levar os cônjuges ao inferno, especialmente aqueles que são apenas religiosos e nunca experimentaram a transformação viva do Espírito Santo.

Destruir um lar, acabar com uma família, são projetos iniciais do inferno. DEUS abençoou o corpo de um homem para ser até a morte de uma só mulher; e vice-versa (Romanos 7:2-3; 1 Coríntios 7:39). Um homem e uma mulher que deixaram a casa do pai e da mãe e se deram em casamento. Casaram-se, formaram uma nova família, testemunhada pelo SENHOR. Vieram filhos. A família é algo singular e maravilhoso aos olhos do CRIADOR. Família: primeiro casamento de ambos e filhos que nasceram de uma relação sexual lícita.

Mas o marido, que não tem temor algum nem vive na presença de DEUS, é instrumento do maligno para trair, enganar, mentir. Até que, um dia, sai de casa enganado e envolvido pelos lábios da mulher adúltera. Uma mulher geralmente mais nova, mais bonita, com um corpo de chamar a atenção. Uma mulher que o seduz pelo olhar para o leito de morte.

E a esposa, que também não teme ao SENHOR nem vive na presença de DEUS, igualmente é instrumento do diabo. Apenas luta para crescer na vida, passar em concursos, ganhar mais dinheiro, ser promovida profissionalmente. Passa a lidar com pessoas de classe social e econômica superior a do marido. Naturalmente, satanás a leva a comparações. Observe: naquela sala ao lado existe um homem, divorciado da mulher, com um filho apenas, um executivo, bem-sucedido financeiramente, elevado culturalmente; infinitamente melhor que o marido, pouco escolarizado e assalariado. Aquele executivo é a pessoa que ela sempre sonhou em ter. O marido, coitado, um mero trabalhador, esforçado; aos olhos dela, sem perspectiva alguma.

O homem quase sempre é levado e atraído por questões físicas, sexuais. A mulher enganada na questão profissional, financeira, cultural. Ela se torna uma gigante; o monstro da insubmissão passa a residir dentro dela. Geralmente abandona a casa e o marido por essa razão. O adultério dela vem em segundo plano; será consequência da altivez e da soberba que tomaram conta do seu coração.

A esposa traída, porém santa, dedicada, procura um conselheiro “cristão”, que ainda a faz se sentir mais culpada ainda: “Mas você não se cuidou, não cuidou da sua beleza, não procurou uma academia; então seu marido a trocou por outra...”. Coitada, sai daquela seção sentindo-se mais culpada ainda...

Quando é o marido repudiado que procura, ouve o seguinte: “Mas você não procurou estudar mais, especializar-se, ganhar mais dinheiro, ser um doutor. Parou no tempo e se acomodou. Daí sua mulher o trocou por outro homem, do mesmo nível que ela...”. E ele sai dali pior do que quando entrou.

Um cônjuge tem a cabeça virada quando o coração dele não está em sintonia com o Reino de DEUS. Um ingrediente principal falta para que consigamos superar toda e qualquer dificuldade: TEMOR AO SENHOR.

Sabe o que é ter temor? É querer fazer algo, mas não faz porque sabe-se que aquilo vai desagradar a DEUS. O temor faz o homem e a mulher recuarem daquilo que gostariam de fazer. Bem, claro que estou me referindo a situações de extrema desobediência, sem propósito algum de DEUS.

Nenhum repúdio passa por algum projeto celestial, propósito divino. DEUS odeia o repúdio! Quem repudia pode se tornar pior do que quem traiu, por exemplo. Vou explicar. A traição pode ser confessada e desfeita quando ambos estão dentro de casa. Ela não é maior nem pior que qualquer outro pecado, que se comete quando ainda se está junto, presente. A separação física cria um grande e profundo abismo para o pedido de perdão e de reconciliação entre o casal. Observe uma pessoa que está separada, há algum tempo, do seu marido, que até já oficializou o adultério com outra. Ela diz “mas, pastor, já nos separamos há muito tempo e ele, inclusive, já tem uma nova família”.
Uma mulher, que traiu o marido e não abandonou o lar, tem grande chance de ser restaurada espiritualmente.
Um homem, que traiu e repudiou sua família, passou a viver aprisionado no adultério continuado. Ainda que se arrependesse adiante, teria que abandonar o adultério, pedir perdão a esposa e fazer o caminho de volta para casa. Se morresse no outro dia, morreria salvo. De nada adiantará, pedir perdão a DEUS, reconhecer que errou no passado, mas não restituir. Não existe perdão nem salvação sem restituição, quando isso é possível de ser feito. A frase “já me arrependi, mas não quero essa restituição” é satânica e de nada serve. Observe como a trajetória para ele se tornou mais complicada do que para ela que não saiu de casa.
Sempre digo: se virou a cabeça algum dia, faça de tudo, mas não abandone o lar. Não seja covarde nem irresponsável com a sua família. A tempestade está grande demais? Busque a DEUS, mas não abandone o barco.
O melhor é fugir do pecado, fechar todas as brechas, vigiar e orar; evitando, assim, que coisas piores aconteçam. Se caiu, logo se arrependa, ainda dentro de casa, antes que o pecado crie raízes fortes e leve o cônjuge a consequências desastrosas...