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quinta-feira, 24 de março de 2016

24 de Março

24 de Março
E orou Jacó: Deus de meu pai Abrão, e Deus de meu pai Isaque, ó Senhor que me disseste: Torna à tua terra, e à tua parentela, e te farei bem... Livra-me... (Gn 32.9,11.)
Há muitos sintomas sadios nessa oração. De certa forma ela pode servir como um modelo para o nosso espírito se expressar, quando estivermos na fornalha da aflição.
Ele começou citando a promessa de Deus: "Disseste". E o disse duas vezes (9 e 12). Assim ele ficou com Deus à sua mercê. Nas Suas promessas, Deus Se coloca ao nosso alcance; e quando lhe dizemos: "Tu disseste", Ele não pode dizer não. Ele tem de fazer como prometeu. Se o próprio Herodes foi tão zeloso de seu juramento, como não o será o nosso Deus? Quando orarmos, firmemos o pé sobre uma promessa; ela nos dará suficiente apoio para que as portas do céu se abram e nós entremos na posse da bênção. — Practical Portions for the Prayer Life
O Senhor Jesus deseja que sejamos definidos em nossas orações e específicos naquilo que pedimos. "Que queres que te faça?" é a pergunta que Ele faz a cada um que, em aflição e prova, chega-se a Ele. Se quisermos obter respostas bem definidas, apresentemos os nossos pedidos, de maneira clara. Orações vagas são a causa de tantas vezes ficarmos aparentemente sem resposta. Se preenchermos um cheque com um pedido definido, ele será descontado no banco do céu, quando for apresentado no nome de Jesus. Tenhamos a ousadia de ser específicos com Deus.
Frances R. Havergal disse certa vez: "Cada ano que eu vivo, e quase poderia dizer cada dia, pareço ver mais claramente que toda a paz, alegria e poder da vida cristã dependem de uma só coisa, e esta coisa é: aplicar a si mesmo a Palavra de Deus, crendo que Ele na realidade quer dizer exatamente o que diz, e aceitando exatamente as palavras em que Ele revela a Sua bondade e graça, sem as substituir por outras ou alterar os modos e tempos que Ele achou por bem usar."
Usemos a Palavra de Cristo e o Seu sangue — a promessa de Cristo e o Seu sacrifício — e nenhuma das bênçãos celestes nos será negada. — Adam Clarke

terça-feira, 22 de março de 2016

22 de Março

22 de Março
Decorridos quarenta anos, apareceu-lhe no deserto do monte Sinai um anjo, por entre as chamas de uma sarça que ardia... Disse-lhe o Senhor... Vi, com efeito, o sofrimento do meu povo no Egito, ouvi o seu gemido, e desci para libertá-lo. Vem agora e eu te enviarei ao Egito. (At 7.30, 33, 34.)
Essa foi uma longa espera, em preparação para uma grande missão. Quando Deus parece "tardar", Ele não está inativo. Está preparando seus instrumentos, está deixando amadurecer nossos poderes; e no momento aprazado, nos levantaremos à altura da nossa tarefa. Mesmo Jesus de Nazaré permaneceu trinta anos no silêncio, crescendo em sabedoria, antes de começar Sua obra. — Dr. Jowett
Deus nunca está com pressa. Ele gasta muito tempo preparando aqueles que pretende usar para um serviço mais importante na Sua obra. Ele nunca considera o tempo da preparação demasiadamente longo nem desnecessário.
O ingrediente mais difícil de se suportar é, muitas vezes, o tempo. Um golpe agudo e rápido é suportado mais facilmente, mas quando um sofrimento se arrasta por anos longos e monótonos, e a cada dia continua presente, com a mesma rotina enfadonha de irremediável agonia, o coração perde a força, e sem a graça de Deus, certamente cairá num amargo desespero. Longa foi a prova de José, e, muitas vezes, Deus tem de gravar Suas lições no nosso coração por meio do fogo de uma dor prolongada. "Assentar-se-á como um ourives e refinador de prata", mas Ele sabe por quanto tempo, e como um verdadeiro ourives Ele diminui o fogo no momento em que vê a Sua imagem no metal brilhante. Podemos não ver agora o resultado do plano grandioso que Deus está ocultando na sombra de Sua mão; e este pode ser-nos ainda oculto por muito tempo; mas a fé pode estar certa de que Ele está assentado no trono, esperando calmamente pela hora em que, em arrebatamento e adoração, diremos: "Todas as coisas contribuíram juntamente para o bem.", Sejamos, à semelhança de José, mais cuidadosos para aprender as lições na escola da dor, do que ansiosos pela hora do livramento. Há um "se necessário" para cada lição, e quando estivermos prontos, por certo virá o livramento, e descobriremos que não poderíamos ter permanecido firmes no nosso posto de serviço, sem as lições que aprendemos na fornalha da provação. Deus está-nos educando para o futuro, para um serviço mais elevado e para bênçãos mais sublimes; e se temos qualidades que nos habilitam para uma posição de autoridade, nada nos poderá impedir de ocupá-la, quando chegar o tempo de Deus. Não roubemos da mão de Deus o amanhã. Devemos dar-lhe tempo para falar conosco e revelar-nos a Sua vontade. Ele nunca está atrasado; aprendamos a esperar.
Não corramos afoitamente adiante do Senhor; aprendamos a esperar pelo Seu tempo: tanto o ponteiro dos minutos como o ponteiro das horas precisa estar apontando o momento da ação.

segunda-feira, 21 de março de 2016

21 de Março

21 de Março
Seja-vos feito segundo a vossa fé. (Mt 9.29.)
Podemos dizer que uma pessoa ''prevaleceu em oração" quando, durante a oração, ela teve a certeza de que foi atendida, e ficou realmente consciente de já ter recebido aquilo que estava pedindo. Não nos esqueçamos de que nenhuma circunstância terrena pode impedir o cumprimento da Sua Palavra, se de fato estamos olhando firmemente para a imutabilidade daquela Palavra, e não para a incerteza deste mundo que está sempre mudando. Deus quer que creiamos na Sua Palavra, sem outra confirmação, e então Ele está pronto a dar-nos "segundo a nossa fé".
Faça prova de Deus,
Que as promessas de Deus
Permanecem de pé.
Faça prova de Deus.
Pois a fé honra a Deus,
Também, Deus honra a fé.
A oração da era de Pentecostes era como um cheque a ser pago em moeda perante sua apresentação. — B. Anderson
E disse Deus... E assim se fez. (Gn 1.6,7.)

domingo, 20 de março de 2016

20 de Março

20 de Março
Entristecidos, mas sempre alegres. (2 Co 6.10.)
O estóico zomba daquele que derrama lágrimas; ao crente, porém, não é proibido chorar. Às vezes, diante de uma dor muito grande, a pessoa permanece calada, enquanto a tesoura do tosquiador roça a sua carne trêmula; mas, quando o nosso coração se abate sob a série contínua de provações, podemos buscar alívio no choro. Há, porém, algo ainda superior a isto.
Dizem que em certos lugares fontes de água doce saltam no meio das águas salgadas do mar; que as mais lindas flores dos Alpes se encontram nos recantos mais agrestes e escarpados das montanhas; que os mais sublimes salmos foram o produto da mais profunda agonia de alma.
Pois bem, assim, entre as múltiplas provas, aqueles que amam a Deus encontrarão motivo de grande alegria. Embora um abismo chame outro abismo, o cântico do Senhor se fará ouvir claro dentro da noite. E É possível, mesmo na hora mais difícil que o homem atravessar, bendizer o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Será que aprendemos esta lição? Não se trata de suportar, meramente, a vontade de Deus, e não somente de escolhê-la, mas de regozijar-se nela com gozo inefável e cheio de glória. — Tried as by Fire

sexta-feira, 18 de março de 2016

18 de Março

18 de Março
Jesus, porém, não respondeu palavra. (Mc 15.5.)
Não há na Bíblia um quadro mais tocante que o do Salvador em silêncio, sem responder palavra alguma aos que O injuriavam, os quais Ele poderia ter feito cair prostrados a Seus pés com apenas um olhar ou uma só palavra de repreensão. Mas Ele os deixou falar e fazer o pior, e ali ficou no poder do silêncio de Deus — o mudo Cordeiro de Deus.
Há um silêncio que deixa Deus operar por nós; o silêncio que pára com os próprios planos e a auto-reivindicação, com os próprios recursos de sabedoria e com suas previsões, e deixa que Deus proveja e responda ao golpe cruel, segundo o Seu amor fiel e infalível.
Quantas vezes perdemos a intervenção de Deus porque tomamos nas mãos a nossa própria causa e avançamos em nossa defesa. Que Deus nos dê este poder de guardarmos silêncio; e também nos dê este espírito manso! — A. B. Simpson
Tomaram o Salvador, e amarrado O levaram
Como o banco dos réus, e, vis, O interrogaram;
E com astúcia mordaz, torpemente O acusaram.
Jesus, porém, não respondeu palavra.

De púrpura O vestiram e O coroaram de espinhos;
"Salve, Rei dos judeus!", Lhe exclamaram escarninhos;
Maltrataram-nO ali, segundo os seus caminhos
Jesus, porém, não lhes falou palavra.

De Deus a ovelha muda, em mão dos tosquiadores,
O Justo do Senhor, em mão dos malfeitores,
O Cordeiro de Deus, que salva os pecadores,
Jesus, ali, não respondeu palavra.

Olha pois a Jesus, amigo, se és tentado
A tomar a defesa e agir, se mal julgado;
Deixa o assunto com o Pai, se és sem culpa acusado.
Teu Salvador não respondeu palavra!

quinta-feira, 17 de março de 2016

17 de Março

17 de Março
Permanece lá até que eu te avise. (Mt 2.13.)
Ó coração inquieto, que se debate contra as grades da prisão das circunstâncias, aspirando por uma esfera mais ampla de serviço. Deixe Deus dirigir os seus dias. Paciência e confiança, na monotonia da rotina, serão a melhor preparação para você agüentar corajosamente a tensão e o desgaste da grande tarefa que Deus poderá um dia mandar-lhe.
Eu me vi, por momentos, como em grades;
Como impedida pelas circunstâncias,
De realizar, contente, o ministério
Que cuido arder em mim, dado por Ti.
Por momentos apenas; dou-Te graças
— E foi assalto astuto do inimigo —
Pois Tu, Senhor, Senhor das circunstâncias,
És quem dirige todo o meu viver.

Só quero estar humilde e bem disposta,
Aqui, ali, além; onde me ponhas;
Contando como alegre ministério,
Estando em Ti, o derramar de Ti.
Até que hajas por bem. Senhor da Seara,
Fazer o uso que bem Te parecer
Desta chama que em mim fizeste arder.

quarta-feira, 16 de março de 2016

16 de Março

16 de Março
Para aproveitamento. (Hb 12.10.)
Ralph Connor conta, num de seus livros, a estória de Gwen, uma adolescente voluntariosa, temperamental, que tinha sido acostumada a fazer sempre o que queria. Um belo dia, sofreu um terrível acidente que a deixou paralítica. Encheu-se de revolta, e enquanto se encontrava nesse estado de rebelião, recebeu a visita do missionário que trabalhava entre o povo das montanhas onde ela morava.
Ele contou-lhe a parábola do canyon. "No princípio não havia canyons, mas somente a campina muito vasta e aberta. Um dia o Mestre da Campina, andando pelos seus grandes prados onde havia apenas grama, perguntou-lhe: 'Onde estão suas flores?' E a Campina respondeu: 'Mestre, eu não tenho sementes.'
"Então ele falou com os pássaros, e eles tomaram sementes de todo tipo de flores e as espalharam por toda a extensão da campina, e logo ela estava coberta por uma grande variedade de flores! Então veio o Mestre e ficou muito alegre; mas achou que faltavam ainda as flores de que mais gostava, entre as quais a violeta e as anêmonas. Então perguntou por elas à Campina.
"De novo ordenou aos pássaros e de novo eles trouxeram as sementes e as espalharam. Mas, novamente, quando o Mestre chegou, não encontrou aquelas flores de que tanto gostava. E perguntou:
"Onde estão aquelas florinhas de que tanto gosto?' E a Campina respondeu tristemente:
"Oh, Mestre, eu não consigo conservar essas flores, porque o vento sopra aqui com muita força e o sol é muito ardente, e elas murcham logo, e secam, e se vão com o vento.'
"Então o Mestre falou com o raio, e com um golpe rápido o raio rasgou a Campina. E ela estremeceu e gemeu em agonia, e por muitos dias se lamentou amargamente pela ferida escura, recortada e profunda.
"Mas o rio derramou suas águas pela fenda e carregou para ali bastante húmus; e novamente os pássaros carregaram sementes e as espalharam, agora pelo canyon. E depois de muito tempo as rochas ásperas estavam cobertas de musgo macio, de delicadas trepadeiras e cheias de recantos abrigados, onde podiam crescer em profusão aquelas outras flores, e por todo lado as violetas e as anêmonas, até que o canyon ficou sendo o lugar favorito do Mestre para descanso, paz e gozo."
Então o missionário leu para ela: "O fruto' — eu vou ler 'flores' — 'do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio' — e algumas destas só crescem no canyon."
"Quais são as flores do canyon?" perguntou Gwen mansamente. E o missionário respondeu: "Benignidade, mansidão, longanimidade; e embora as outras — amor, gozo, paz floresçam no lugar aberto, contudo nunca dão flores tão belas e com tanto perfume como no canyon.''
Gwen ficou um bom tempo em silêncio, e então disse pensativa, enquanto seus lábios tremiam: "Não há flores no meu canyon. Só rochas ásperas!”.
"Logo vai haver, minha querida. O Mestre vai achá-las ali, e nós também as veremos."
Caro irmão, quando você chegar ao seu canyon, lembre-se!

terça-feira, 15 de março de 2016

15 de Março

15 de Março
Não ternas, ó vermezinho de Jacó... Eis que farei de ti um trilho cortante e novo. (Is 41.14,15.)
Poderiam duas coisas ser mais contrastantes que um verme e um instrumento de trilhar? O verme é tenro, esmaga-se sob uma pedra ou sob a roda que passa; um instrumento de trilhar é capaz de quebrar sem ser quebrado; é capaz de deixar marca sobre uma rocha. E o Deus poderoso pode converter um no outro. Ele pode tomar um homem ou uma nação que tenha a fragilidade do verme, e, com o vigor do Seu Espírito, imprimir-lhe uma força tal, que venha a exercer uma influência marcante sobre a história.
Portanto, o verme não deve desanimar. O Deus poderoso pode fazer-nos mais fortes do que as circunstâncias. Ele pode dispô-las todas para o nosso bem. Na força de Deus, podemos fazer com que todas elas contribuam para o nosso bem. Podemos até extrair de um amargo desapontamento uma bênção da graça. Quando Deus nos dá uma vontade de ferro, podemos vencer as dificuldades como a lâmina do arado, que abre sulco no solo mais duro. "Farei de ti" — e não o fará?
Cristo está edificando o Seu reino com vidas quebrantadas. Os homens querem somente o que é forte, bem sucedido, vitorioso, inquebrável, para a construção de seus reinos; mas Deus é o Deus dos mal-sucedidos, daqueles que fracassaram. O céu está ficando cheio de vidas quebrantadas, e não há cana quebrada que Cristo não possa restaurar e transformar em uma gloriosa bênção. Ele pode tomar a vida esmagada pela dor ou tristeza e torná-la numa harpa cuja música será toda de louvor. Ele pode nos soerguer do mais triste fracasso terreno à glória do céu. — J. R. Miller
Fui pesada em balança, e achada em falta.
Cercada por estranha situação,
Provei-me aquém da situação: em falta.
Vi no meu ser coisas que eu não sabia!
(Mas Tu sabias; ainda assim me amavas.)
Na Tua cruz as deixo, Salvador.

E eis, meu Senhor, o coração em falta
— Opere a Tua suficiência em mim.
Graças Te dou, que assim me revelaste:
O meu vazio, e o suprimento em Ti!

segunda-feira, 14 de março de 2016

14 de Março

14 de Março
Moisés, porém, se chegou à nuvem escura, onde Deus estava. (Êx 20.21.)
Deus ainda tem Seus segredos, ocultos aos sábios e entendidos. Não os temamos; contentemo-nos em aceitar as coisas que não podemos entender; esperemos com paciência. Em breve Ele nos revelará os tesouros ocultos, as riquezas da glória do mistério. O mistério é apenas o véu da face de Deus.
Não temamos entrar na nuvem que está descendo sobre a nossa vida. Deus está nela. O outro lado da nuvem está radioso da Sua glória. "Não estranheis a ardente prova que vem sobre vós como se coisa estranha vos acontecesse; mas alegrai-vos de serdes participantes das aflições de Cristo." Quando parecemos estar mais sós e mais abandonados, Deus está perto. Ele está na nuvem escura. Mergulhemo-nos na escuridade dela, sem temor; no oculto do Seu tabernáculo encontraremos Deus à nossa espera. — Selecionado
Numa cama, entre dores;
Tudo adverso.
Nuvens densas e escuras ao redor.
Mas um brilho no olhar,
Irradiante;
No sorriso, uma paz
Transbordante.
A beleza de Cristo;
A presença de Deus.
Certa vez o Sr. C. estava num alto pico das Montanhas Rochosas, observando uma tempestade que caía no vale. De repente uma águia surgiu, atravessando as nuvens e voando para as alturas onde havia sol. As gotas dágua nas suas penas brilhavam como diamantes. Não fosse a tempestade, talvez ela tivesse ficado no vale. — As tristezas da vida nos levam a buscar a Deus.

domingo, 13 de março de 2016

13 de Março

13 de Março
Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações ! (Ap 15.3.)
O incidente que segue é relatado pela Sra. Spurgeon, uma mulher que conheceu o sofrimento por mais de vinte e cinco anos. "Ao fim de um dia escuro e tristonho, estava eu deitada em meu divã, enquanto a noite descia; e embora tudo estivesse claro em meu quarto gostoso, um pouco daquela escuridão lá de fora começou como que a entrar em minha alma e a obscurecer minha visão espiritual. Em vão eu procurava ver a mão que eu bem sabia estar segurando a minha e guiando meus pés, calçados em névoas, ao longo da íngreme e escorregadia vereda do sofrimento. Em tristeza, meu coração perguntou:
"Por que será que meu Senhor trata assim a um filho Seu? Por que será que tantas vezes me envia esta dor tão aguda? Por que será que permite que esta fraqueza demorada impeça o serviço que eu tanto anelo prestar a Seus pobres servos?
"Estas perguntas ansiosas foram depressa respondidas, e por meio de uma linguagem muito estranha; nenhum intérprete foi necessário, além do consciente segredar do meu coração.
"Por um instante reinou silêncio no pequeno aposento, inter-rompido apenas pelo estalar da acha de carvalho na lareira. De repente ouvi um som doce e suave, uma pequena e clara nota musical, como o leve trinar de um passarinho à minha janela.
"O que será? Por certo nenhum passarinho vai estar cantando lá fora nesta época do ano e a estas horas.
"Novamente vem a fraca e lamentosa nota; tão doce, tão melo-diosa, e contudo bastante misteriosa para provocar admiração. Minha amiga exclamou:
"Ouça! Vem da acha de carvalho no fogo!' O fogo estava deixando livre a música aprisionada no âmago do carvalho.
"Quem sabe se ele não tinha armazenado este canto nos dias em que tudo lhe ia bem, quando passarinhos saltitavam alegremente em seus ramos e o sol lhe dourava as tenras folhas. Mas ele tinha envelhecido, desde então, e tinha-se endurecido; anel após anel de crescimento lhe havia marcado de nós o tronco e selado a esquecida melodia, até que as chamas vieram consumir sua insensibilidade, e o ardor veemente do fogo arrancou dali um canto... 'Ah', pensei, 'quando o fogo da aflição tira de nós hinos de louvor, então estamos de fato purificados, e o nosso Deus é glorificado!'.
"Quem sabe se algum de nós não está como esse velho carvalho — frio, duro, insensível; e não produziríamos sons melodiosos a não ser por meio do fogo, ardendo à nossa volta e libertando notas de confiança nEle e de alegre assentimento à Sua vontade.
"Enquanto eu refletia, o fogo crepitava, e minha alma achou conforto na parábola tão estranhamente trazida ao meu coração.
"Cânticos nas chamas! Sim, com a ajuda de Deus, e se essa for a única maneira de tirar harmonia destes corações duros e insensíveis, seja a fornalha aquecida sete vezes mais."

sábado, 12 de março de 2016

12 de Março

12 de Março
E o Senhor trouxe sobre a terra um vento oriental todo aquele dia e toda aquela noite; quando amanheceu, o vento oriental tinha trazido os gafanhotos... Então se apressou Faraó em chamar a Moisés e a Arão... Então o Senhor fez soprar fortíssimo vento ocidental o qual levantou os gafanhotos e os lançou no Mar Vermelho; nem ainda um só gafanhoto restou em todo o território do Egito. (ÊX 10.13, 16, 19.)
Observemos como, nos dias antigos, quando o Senhor lutava por Israel contra o cruel Faraó, os ventos operaram livramento; o que, aliás, tornamos a ver naquela grande demonstração do poder de Deus — o golpe final que Ele lançou contra o orgulhoso desafio do Egito. Deve ter parecido a Israel uma coisa estranha e quase impiedosa verem-se cercados por tão grande hoste de perigos — pela frente, o mar a desafiá-los; de cada lado, os picos rochosos tirando-lhes toda esperança de fuga; sobre eles, como que a formar-se um furacão. Era como se o primeiro livramento tivesse vindo para posteriormente entregá-los a uma morte inevitável. Para completar o terror, ergueu-se o grito: os egípcios vêm vindo atrás de nós!
Quando parecia que haviam caído nas mãos do inimigo, então veio o glorioso triunfo. E vieram os ventos e afastaram as ondas, e os exércitos de Israel avançaram através da vereda aberta no grande leito do mar — tendo como abóbada protetora o amor de Deus.
De cada lado estavam as paredes de água, brilhando à luz da glória do Senhor; e acima deles soprava o forte vento. Assim foi por toda a noite; e quando, ao romper do dia seguinte, os últimos homens de Israel puseram o pé do outro lado do mar, o trabalho do vento estava terminado.
Então Israel cantou ao Senhor o cântico do vento que servira ao cumprimento da Sua Palavra.
"O inimigo dizia: Perseguirei, alcançarei, repartirei os despojos... Sopraste com o teu vento, o mar os cobriu: afundaram-se como chumbo em águas impetuosas."
Um dia, pela grande misericórdia de Deus, nós também estaremos de pé sobre o mar de vidro, tendo nas mãos a harpa de Deus. Então cantaremos o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro: "Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações!" Então saberemos como os ventos fortes operaram nosso livramento.
Hoje vemos apenas o mistério da grande tristeza pela qual estamos passando; depois compreenderemos que o inimigo ameaçador foi banido exatamente naquela noite de temor e pesar.
Agora olhamos apenas a perda; depois saberemos que a perda foi um golpe sobre aquele mal que estava ameaçando nos prender com seus grilhões. Hoje estremecemos ante os ventos sibilantes e os trovões que rugem; mais tarde veremos que eles afastaram as águas da destruição e nos abriram o caminho para a terra da promessa. — Mark Guy Pearse "
Ele voa sobre as asas do vento."

sexta-feira, 11 de março de 2016

11 de Março

11 de Março
Sucedeu depois da morte de Moisés, servo do Senhor, que este falou a Josué, filho de Num, servidor de Moisés, dizendo: Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. (Js 1.1, 2.)
A tristeza entrou em seu lar deixando ali um vazio. Seu primeiro impulso agora é desistir de tudo e sentar-se em desespero entre os destroços de suas esperanças. Mas você não se atreve. Está no campo de batalha, e a crise está às portas. Fraquejar um momento seria pôr em perigo algum interesse santo. Outras vidas seriam prejudicadas por uma demora sua, interesses santos ficariam prejudicados se você cruzasse os braços. E você não pode parar, nem para sofrer um pouco a Sua própria dor.
Um general relatou uma história dramática vivida por ele no tempo da guerra. Seu filho era tenente de bateria. Processava-se um assalto. O pai comandava sua divisão num ataque; enquanto avançava no campo, seus olhos de repente caíram sobre um tenente morto, bem à sua frente. De um relance percebeu que era seu filho. O impulso do coração de pai era parar junto do morto querido e dar vazão à dor, mas o dever do momento ordenava que ele prosseguisse no ataque; assim, roubando às pressas um beijo, aos lábios mortos, avançou rápido, liderando seu grupo no assalto.
O choro inconsolável à beira de um túmulo não poderá restituir-nos aquele que amamos, nem tampouco bênção alguma virá dessa tristeza. A dor faz cicatrizes profundas; ela grava seus registros indelevelmente no coração dos que a sofrem. Na verdade, nós nunca nos recuperamos inteiramente de nossas grandes dores; nunca somos os mesmos depois que passamos por elas. No entanto, na dor que foi devidamente aceita e suportada com ânimo, há uma influência humanizadora e fertilizadora. Aliás, são pobres os que nunca sofreram e não trazem marca de sofrimento. O gozo que nos está proposto deveria brilhar sobre as nossas dores, como o sol brilha através das nuvens, dando-lhes glória. Deus estabeleceu as coisas de tal forma que, prosseguindo no dever, encontraremos a mais rica e verdadeira consolação. Se nos sentamos para acalentar as nossas dores, a escuridão cresce à nossa volta e penetra em nosso coração, e nossa força muda-se em fraqueza. Mas se voltarmos as costas à sombra e tomarmos as tarefas e deveres a que Deus nos chama, a luz novamente voltará e ficaremos mais fortes. — J. R. Miller

quinta-feira, 10 de março de 2016

10 de Março

10 de Março
O justo viverá por fé. (Rm 1.17.)
Muitas vezes a fé é substituída pelo que está diante dos olhos e pelos sentimentos. As emoções felizes e as experiências profundas que satisfazem o coração fazem parte da vida cristã, mas isso não é tudo. Ao longo do caminho estão aflições, conflitos, combates e provas, e não devem ser contados como infelicidade, mas como parte de nossa necessária disciplina.
Se estamos andando obedientemente diante do Senhor, devemos considerar, em todas estas experiências, o fato de que Ele habita em nossos corações, mesmo que não o estejamos sentindo. É aqui que muitos ficam perturbados; procuram andar pelas emoções, em vez de pela fé.
Uma irmã consagrada conta que certa vez Deus parecia ter-Se afastado dela. Sua misericórdia parecia haver desaparecido comple-tamente. Sua solidão durou um mês e meio e depois disso pareceu-lhe que o Senhor lhe dizia:
"Catarina, você tem procurado por mim do lado de fora, no mundo dos sentimentos, mas todo o tempo eu tenho estado esperando por você; encontre-se comigo no interior do seu espírito, pois eu estou ali."
Façamos distinção entre o fato da presença de Deus e a emoção do fato. É uma felicidade quando, embora a nossa alma se sinta solitária e deserta, a fé pode dizer: "Eu não Te vejo, eu não Te sinto, mas embora eu esteja como estou, Tu estás aí." Digamos a nós mesmos, repetidamente: "Tu estás aí; embora a sarça não pareça arder, sei que ela está ardendo. Vou tirar os sapatos de meus pés, porque o lugar em que estou é terra santa". — London Christian
Creiamos mais na Palavra e no poder de Deus do que em nossas emoções e experiências. A nossa Rocha é Cristo, e não é a Rocha que oscila nas marés, mas o mar. — Samuel Rutherford
Tenhamos os olhos fixos na grandiosidade infinita da justiça e da obra consumada de Cristo. Olhemos para Jesus e creiamos, olhemos para Jesus e vivamos! Olhando para Ele, icemos as velas de nossa embarcação e singremos com ousadia os mares da vida. Não fiquemos parados no porto da desconfiança ou adormecidos na sombra, em repouso inativo, nem à mercê da instabilidade do nosso humor e das nossas emoções, como o barco no porto, largado ao sabor das ondas. A vida religiosa não consiste em pairar sobre emoções. Avancemos com as velas içadas e os olhos postos nAquele que governa a fúria das águas. A segurança do pássaro está em suas asas. Se o seu abrigo é próximo ao chão, se ele voa baixo, expõe-se à armadilha ou à rede do caçador. Se ficarmos revolvendo-nos nas regiões baixas dos sentimentos e emoções, ver-nos-emos em mil malhas de dúvida e desânimo, de tentação e incredulidade. Esperemos em Deus. —J. R. Macduff

quarta-feira, 9 de março de 2016

9 de Março

9 de Março
Olha desde o cume. (Ct 4.8.)
Aos crentes, os pesos esmagadores fornecem asas. Parece contradição, mas é uma grande verdade. Davi, no meio de uma experiência amarga, exclamou: "Quem me dera asas como de pomba! voaria e acharia pouso" (Sl 55.6). Mas antes de terminar essa meditação, ele parece ter percebido que esse seu desejo era realizável. Pois diz: "Lança o teu cuidado sobre o Senhor, e ele te susterá". Outra tradução diz: "Descarrega o teu fardo sobre o Senhor".
Os fardos dos santos são dádivas de Deus, pois levam-nos a esperar "no Senhor". E ao fazerem isso, por meio da confiança o "fardo" se transforma em asas, e aquele que estava sob o peso do fardo subirá com asas como águia. — Sunday School Times
Ver Teu rosto, Jesus, é o que me importa.
Circunstâncias hostis, a pressão do inimigo,
Tudo me quer tirar esta visão:
Ver Teu rosto e habitar contigo, em Ti.
Venho pois, Salvador, como Tu queres,
— Como traz alegria a Ti e a mim —
Descansar em Teu braço e contemplar-Te.
Quero ficar aqui. Quero Te ver.

terça-feira, 8 de março de 2016

8 de Março

8 de Março
Faze como falaste... e que o teu nome se engrandeça para sempre. (1 Cr 17.23, 24.)
Este é um aspecto importante da oração. Muitas vezes pedimos coisas que não estão absolutamente prometidas. Portanto, se não perseverarmos durante algum tempo, não podemos ter certeza se o que pedimos está ou não dentro dos propósitos de Deus. Há outras ocasiões, e na vida de Davi esta foi uma delas, em que estamos inteiramente persuadidos de que o que estamos pedindo está de acordo com a vontade de Deus. Somos levados a tomar uma promessa das Escrituras e reivindicá-la, sob a impressão de que ela contém uma mensagem para nós. Em tais ocasiões, com fé, confiantes, dizemos: "Tu disseste". De fato, nada melhor nem mais seguro do que descobrirmos uma promessa da Palavra de Deus e nos apropriarmos dela. Não precisa haver angústia, luta ou combate; simplesmente apresentamos o cheque e pedimos o fundo; apresentamos a promessa, e requeremos o seu cumprimento; e nem pode haver dúvida quanto ao resultado. Teríamos maior interesse na oração, se fôssemos mais definidos no que pedimos. É bem melhor clamar especificamente por uma bênção do que orar vagamente por muitas. — F. B. Meyer
Cada promessa das Escrituras é um documento escrito de Deus, que pode ser cobrado diante dEle com este pedido lógico: "Faze como falaste". O Criador não trai a confiança das criaturas que nEle confiam, e mais ainda, o Pai Celestial não falta com a Palavra para com Seu filho.
"Lembra-te da palavra dita a teu servo e na qual me fizeste esperar", eis o clamor que prevalece. É um argumento duplo: é a Tua Palavra. Não a cumprirás? Por que falaste, se não a vais fazer valer? Tu me fizeste esperar nela, irás fazer desapontar a esperança que Tu mesmo geraste em mim? — C. H. Spurgeon
"Estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer." (Rm 4.21.)
É a eterna fidelidade de Deus que torna as promessas bíblicas "grandíssimas e preciosas". As promessas humanas são muitas vezes sem valor. Muitos corações têm ficado partidos por causa de promessas quebradas. Mas desde que o mundo é mundo, Deus jamais quebrou uma só promessa feita a qualquer de Seus filhos.
Ah, é triste ver um crente à porta da promessa na noite escura da aflição, com receio de abrir o trinco, quando deveria chegar-se ali e buscar abrigo com confiança, como um filho na casa do pai. — Gurnal Cada promessa é edificada sobre quatro pilares: A justiça e a santidade de Deus que não Lhe permitem enganar; Sua graça ou bondade, que não o deixa esquecer; Sua verdade, que não O deixa mudar e que O faz cumprir. — Selecionado

segunda-feira, 7 de março de 2016

7 de Março

7 de Março
Em tudo fomos atribulados. (2 Co 7.5.)
Por que teria Deus de guiar-nos assim, e permitir que a pressão seja tão dura e constante? Bem, em primeiro lugar, isso mostra muito melhor a Sua força e graça suficiente, do que se estivéssemos isentos de pressão e prova. O tesouro está "em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós".
Além do mais, isto faz-nos mais conscientes da nossa dependência dEle. Deus está constantemente procurando ensinar-nos a nossa dependência, e procurando conter-nos inteiramente em Sua mão e confiados ao Seu cuidado. Era o lugar que Jesus ocupava e quer que nós ocupemos; firmados, não em nossa própria força, mas com a mão sempre na Sua, e com tal confiança nEle que não ousemos dar sequer um passo sozinhos. E esses caminhos de Deus para nós ensinam-nos confiança.
Não há maneira de aprendermos a ter fé, senão pelas provações. Elas são a escola da fé, e é muito melhor aprendermos a confiar em Deus do que a gozar a vida.
A lição da fé, uma vez aprendida, é uma aquisição eterna, bem como um eterno tesouro; e sem a confiança, até mesmo riquezas nos deixarão pobres. — Days of Heaven upon Earth
Sim, meu Senhor, quanta lição preciosa.
Faze-me atento, faze-me aprender.

domingo, 6 de março de 2016

6 de Março

6 de Março
Nós esperávamos. (Lc 24.21.)
Eu sempre lamentei que naquela caminhada a Emaús os discípulos não tenham dito ao Senhor: "Nós ainda esperamos'', em vez de "Nós esperávamos". É triste isso — alguma coisa que acabou. Se apenas tivessem dito: "Tudo está contra as nossas esperan-ças; parece que a nossa confiança foi em vão, mas não desistimos; cremos que O veremos outra vez." Mas não, eles caminharam ao Seu lado, declarando que haviam perdido a fé, e Ele teve que dizer-lhes: "Ó néscios e tardos de coração para crer!"
Não estaremos no mesmo perigo de ouvir estas coisas ditas a nosso respeito? Tudo mais podemos perder, desde que não percamos a nossa fé no Deus de verdade e amor.
Nunca ponhamos a nossa fé no passado, como estes discípulos: "Nós esperávamos", mas digamos sempre: "Eu estou esperando". — Crumbs
Eu sou como os dois homens de Emaús:
De coração tardio para crer.
Senhor, ajuda-me a incredulidade!
Sei que és fiel, e tenho, na verdade,
Provado Teu cuidado e Teu poder
Mas se me vejo em nova situação,
Percebo ainda tremer meu coração...
Eu Te conheço, e sei que deveria
Agir, Senhor, com bem mais ousadia!
Quero glorificar-Te em meu viver:
Aumenta a minha fé, Senhor Jesus.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Pensamento



Graça e paz!

Sabe, meu amado e amada,na minha vida tenho  muitas lutas.
Não é sempre que Deus me responde da maneira como eu quero, ou do modo como eu necessito, mas eu tenho comigo algo que muda a situação : eu não murmuro, eu não nego e nem afasto as bençãos.
Sabe como??? 
Eu ENTREGO toda situação nas Maos de Deus e deixo Ele agir,sem questionar, sem querer saber o que vai acontecer, sem qualquer sombra de dúvida de que Deus vai resolver, porque eu sei que estando nas Mãos do Nosso Deus, “a coisa vai andar”!!!!
Cada vez que falamos: está demorando, Deus está silencioso, Deus não me escuta ,isso não vai dar certo, mas será que vai melhorar?? E tantos outros questionamentos,cada vez que DUVIDAMOS em nosso coração as bençãos se afastam de nós.
Tenho comigo tambem outra coisa muito importante: tem coisas que peço a Deus, somente em PENSAMENTO.
Sabe por que??? Porque o inimigo, satanas, NAO LÊ nosso pensamento. Isso mesmo!!!satanas não lê seu pensamento, mas ele trabalha em cima do que ele ESCUTA da sua boca. Quando você fala em alta voz: Deus nao me escuta, Deus esta demorando em me atender, é nessa hora que o inimigo dá risada de voce e ele que é acusador fala para Deus: olha la Teu servo, ta vendo?? Teu servo nao acredita que vai ser atendido, Teu servo esta duvidando do teu poder, Teu servo não crê, Teu servo ...não é Teu servo, ele vai desistir de crer e esperar...entendeu como acontece a luta entre voce e o inimigo????
É isso que satanas quer, ele é acusador, ele sabe que voce nao quer esperar, ele sabe que voce quer desistir de tudo, porque ele escuta isso da SUA BOCA!!!!!
Quando alguem pergunta a voce sobre sua vida, voce responde: esta tudo do mesmo jeito, ou está pior que antes, ou nada melhora, não vejo saída, e voce vai falando e satanas vai batendo palma e salta de alegria porque ele vê que voce esta se afastando de DEUS!!!!
É isso mesmo!!!!
Então, meu irmao, dependendo do assunto, ORE EM SILENCIO!!!
Seu pensamento e Deus.
Não estou dizendo que é para orar sempre em silêncio, mas há assuntos que devem ficar entre você e Deus.
Tenho certeza de que Deus vai resolver seu problema. Ele vai sim, EU CREIO!!!!
E voce vai crer e esperar tambem.
Tenho certeza de que quando voce parar de murmurar, parar de negar e afastar as bençãos de voce,sua vida vai mudar.
Mas voce tem que parar de "dar asas " ao inimigo.
Não tenha medo dele, enfrente-o!!! Fala para ele sair de perto de voce, "ele ruge como leão e anda em nosso derredor".
Pelo poder e sangue de Jesus, ele vai sair de perto de voce, de sua familia, ele ja esta saindo...ele ja saiu, em nome de Jesus!!!
Mude de atitude em relaçao a sua vida. Pára de falar de seus problemas em voz alta, mas foque seu pensamento em que Deus vai restaurar seus sonhos, sua saude, seu casamento, suas finanças, enfim, seja o que for, e Deus vai te dar a paz e a força que voce tanto precisa para enfrentar seus "leões".
Creia!!! Queira ser feliz, queira estar bem. Estar bem não é ter rios de dinheiro, mas é ter paz e serenidade, paciencia e fé, para enfrentar qualquer situação.
Creia, confia, espera!! Deus sempre tem o melhor para voce .
Fica na paz do Senhor!!!!!

A Deus seja dada toda honra e glória, hoje e sempre!